segunda-feira, 22 de agosto de 2011

AGOSTO CULTURAL - Resistência e Identidade Cultural de Peixinhos


quinta-feira, 28 de julho de 2011

A Roda (download)

Retirado do Blog DNA - Discoteca Nacional

Um grupo de amigos, todos músicos talentosos, fazem encontros regulares nos bares de Olinda. A única regra é sempre buscar novas sonoridades e criar músicas novas.

Surge a Roda, uma verdadeira “instituição Musical”, contemporânea do processo formação de várias bandas de Recife e Olinda. Seus integrantes ou ex-integrantes, circulam pelo mundo em projetos como Eddie, Academia da Berlinda, Di Melo, Orquestra Contemporânea de Olinda, Mundo Livre, entre outros. Essa Associação lúdico etílica musical aglutinou experimentações que cristalizaram em um som bem próprio e ao mesmo tempo, bastante familiar aos que gostam do som que vem de Pernambuco. Todo mundo tem um pedaço da Roda e a Roda leva um pedaço de várias bandas.

O resultado disso tudo junto é um som que passeia em alguns momentos pela virtuosidade do free jazz, a simplicidade brilhante do afrobeat e a alma do samba. Junta levadas tipicamente latino americanas com funks e grooves que nos remetem instantaneamente à Black music americana e brasileira dos anos 70. Uma música que consegue juntar influências de Medeski, Felakuti, Heliocentrics, Meters, General Eletrics com Novos Baianos, Trio Mocotó e Black Rio, somados aos ritmos tradicionais de Pernambuco, constantemente revisitados pela música brasileira. Ou seja, é música tipicamente pernambucana.


Depois do sucesso do primeiro disco, A Roda (2003) – Independente, A banda lança o Álbum La Estructura , que vai além do termo novidade. Este álbum Traz agora o vocal de Jr. Black e flerta com estilos e sonoridades diferentes do habitual e completamente inexplorados pela banda. A Roda não abandonou completamente a música instrumental. No novo álbum há várias faixas que não vão deixar nenhuma dúvida ao ouvinte. É A Roda que está tocando. Com a mesma pegada que deu fama e lotou os shows durante esses sete anos de existência.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Agosto Para Todos os Gostos



Eddie, Faringes Da Paixão, DJ. Uirá e LucySD(A banda de Bárbara Fagundes "Babi")
Vendas Antecipadas: Bobnick , Kfurf , Creperia de Olinda 
Valor: 25,00

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Rock In Rio Doce - Eu vou, mas não sei se volto!

Propaganda no rádio:


Propaganda internacional:


Evento no Facebook, confirme já sua presença
http://www.facebook.com/event.php?eid=111376798956027


VAMOS!?!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Tucanos detonam a TV Cultura

 Por Altamiro Borges

O Estadão teve acesso com exclusividade a um relatório interno da TV Cultura. O cenário é desolador. A sua audiência despencou nos últimos anos. A média atual é a mais baixa da sua história – corresponde a 0,8 ponto, o equivalente a 47,2 mil domicílios. Essa queda teve reflexos na própria arrecadação da emissora: em maio, a receita obtida foi 58% menor do que a prevista pela atual administração.



O jornal relata o crime, mas suaviza nas críticas aos criminosos – o PSDB, que há quase duas décadas no comando de São Paulo promove o desmonte da outrora respeitável emissora pública. O Estadão também evita condenar as últimas medidas de “ajuste” na TV Cultura, encabeçadas pelo truculento João Sayad, atual presidente da Fundação Padre Anchieta, que aceleraram a sua destruição.

993 trabalhadores demitidos

Nos últimos 12 meses, a direção da emissora demitiu 993 trabalhadores – 46% dos seus funcionários. O desmonte, apresentado como “modernização empresarial”, afundou de vez a TV Cultura. Segundo o repórter Jotabê Medeiros, “historicamente, as audiências eram baixas, mas nunca chegaram a tal patamar... A queda média de audiência é de 26% em um ano, e a Cultura ficou 21 dias no penúltimo lugar e 10 dias no último na Grande São Paulo em maio”.

Ainda segundo o jornalista do Estadão, “todos os indicadores do relatório são negativos. A meta de arrecadação de fontes externas, em maio, era de R$ 4,7 milhões, e a emissora conseguiu levantar R$ 1,99 milhões. O governo investe R$ 84 milhões na Cultura, que tem dividido com a TV Gazeta os últimos lugares de audiência”. Diante do desastre, as bravatas “gerenciais” de João Sayad passaram a incomodar até integrantes do novo governo estadual.

Menosprezo pela emissora pública

A estratégia de “enxugar custos”, demitindo funcionários e reduzindo a programação da emissora, pode resultar na sua total inanição. “Corremos o risco de a TV não agüentar esse processo. É impossível de sustentar”, alerta um conselheiro da emissora, que preferiu não se identificar. Crescem as críticas também ao desvio de funções. O estudo aponta que 22 funcionários recebem pela emissora para, na verdade, atuarem na Secretaria de Estado da Cultura.

O desmonte da TV Cultura confirma o total menosprezo dos tucanos pelo sistema público de comunicação. O PSDB já conta com o apoio da mídia privada, que omite suas maracutaias e ineficiências. Além disso, por sua concepção neoliberal, o partido é contrário a presença do Estado neste setor estratégico. Autoritários, os tucanos têm uma visão instrumental da emissora pública, utilizando-a apenas para os seus projetos eleitoreiros.

Os exterminadores Serra e Alckmin

Nos últimos cinco anos, a TV Cultura teve três presidentes, cada um ligado a um governador. “Marcos Mendonça, no período 2004-2007, começou o mandato no governo Geraldo Alckmin, mas teve de sair por exigência de José Serra. O tucano escolheu como substituto o jornalista Paulo Markun, que o desagradou progressivamente, por não conseguir ‘enxugar’ a televisão no ritmo almejado. Ao deixar o governo para disputar as eleições, em 2010, Serra encaminhou uma nova mudança: instruiu o sucessor, Alberto Goldman, a apoiar a eleição do então secretário de Cultura, João Sayad, para o comando. Mas o custo político que o desmonte da Cultura traz, segundos fontes, tem desagradado ao atual governador”.